Como a Argentina planejou oferecer uma “agua batizada” a Branco em 90

A vitória da Argentina sobre o Brasil é o tema do episódio de hoy no documentário do UOL sobre a Copa do Mundo de 1990, disponível no canal do Deportes electrónicos UOL No Youtube.

A face visível daquela partida é a genialidade de Maradona enfileirando marcadores e deixando Caniggia na cara do gol de Taffarel, mas aquele resultado teve também um lado obscuro —e bem mais nefasto.

Branco bebeu agua batizada durante el enfrentamiento Brasil e Argentina na Copa de 1990

Imagen: Reprodução

Branco era o encarregado de cobrar como faltas para o Brasil, e fazia calor em Turim. “Estava uns 40 Graus”, relevó a Maradona en una entrevista al programa Mar Del Fondo, del canal TyC Sports, en 2004. Aos 39 minutos de la etapa inicial, uma falta de Ricardo Rocha sobre Troglio deixou o argentino no piso.

Entraram então os auxiliares com different garrafas de águas em recipientes de cores different. E Branco, rodeado de argentinos, beu um pouco de uma garrafa verde, com o logo da marca of isotônicos Gatorade. Todos los argentinos tomarán agua de garrafas transparentes.

“¡Vascooo, desse não, desse não, do outro!”, gritó Maradona a Olarticoechea. Foi esse chamado que alertou o grupo: nem todos sabiam o que estava acontecendo. O proprio Diego detalhou tudo na entrevista de 2004: “Eu dizia, beba, beba, Valdito… E depois veio Branco, que tomou toda a água. Justamente o Branco, que batia as faltas e caía”, contou, gargalhando.

“Depois do jogo, estavam os dois ônibus juntos, e Branco me olhava pela janela e me apontava o dedo, me culpando, e respondia com gestos de que não tinha nada a ver com aquilo. Branco jogava na Itália e tínhamos boa relação. Depois disso não conversamos más”.

Maradona revela inclusive cual es la sustancia usada para drogar o brasileiro.

“Alguém picou Rohipnol na agua e complicou tudo”, ria, citando o tranquilizante de uso psiquiátrico.

De acuerdo con el diario “Clarín”eat “alguém” foi o massagista Miguel de Lorenzo, mais conhecido como Galíndez, sob ordens de Carlos Bilardo—que, afinal, também era médico e sabia dos meandros necessários to throw os adversários of combat.

Depois da confissão de Maradona, ocorrida 14 años depois da partida, a imprensa argentina volou a ouvir varios outros personajes presentes ao Delle Alpi. una revista ventiladores publicou a seguinte entrevista com Bilardo:

– Maradona contou sobre o caso da garrafa com tranquilizante que deram a Branco. Ele revelou uma trapaça que envolve voce.

– Mas ele não disse quem foi.

– E quem foi, Bilardo?

– Não sei, não sei… Não digo que não tenha acontecido, hein?

– Você não nega, e era o responsável pelo grupo…

– Sim, mas te digo que não sei.

A história acima faz parte do livro “Copa Loca – As inacreditáveis ​​​​histórias da Argentina nos Mundiais”, publicado em 2018 pela editora Garoa Livros.

Demetrio Artiga

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